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  • Jovens Criadores’08 - Está lançado o concurso deste ano!

    Está lançado o concurso Jovens Criadores 2008, que convida todos os jovens artistas e criadores portugueses a enviarem os seus trabalhos até 12 de Maio. Esta é uma iniciativa do Clube Português de Artes e Ideias e do Instituto Português da Juventude.

    As áreas a concurso são:

    Artes Plásticas
    Banda Desenhada
    Design de Equipamento
    Design Gráfico
    Ilustração
    CiberArte
    Moda
    Literatura
    Vídeo
    Dança
    Música

    Os seleccionados em cada área terão o seu trabalho apresentado na 12ª Mostra Jovens Criadores, uma tradição que se mantém como a mais importante plataforma de divulgação do trabalho de criadores e artistas portugueses em início de carreira.

    INSCRIÇÃO E REGULAMENTOS em www.juventude.gov.pt ou www.artesideias.com

    CONCORRA E DIVULGUE!

    Escultura e Artesanato Moçambicano

    A escultura e o artesanato Moçambicano estão em expansão, há já vários anos. Tem tido como material preferencial as madeiras preciosas e as semi-preciosas. Hoje começam tambem a surgir os trabalhos em ferro. Por vezes associado a madeiras, mas agora tambem ao coco. Por vezes só ferro.

    Isto somos nós, plantas vivas da existência

    Assim o somos,sem qualquer pejo identifico a vil condição a que por vezes o pobre Homem se reduz…tudo assenta no parecer aquilo que se é.Nada como parecer o real…explicado fica melhor e aqui vai ,caro leitor, a quem prezo imenso pelo tempo que ganha em ler-me…à mulher de César não basta sê-lo, tem de parecê-lo…e cada dia, nos tempo actuais,se exige esta atitude,como se tratasse de respeito por si, mas e especialmente pelos outros…quem não se actualiza já é considerado morto pela velocidade do acontecer!Por isso sofremos cada vez mais ataques cardíacos,apoplexias,ansiedades, taquicardias…não conseguimos acompanhar a evolução dos tempos.«il ne faut pas chercher mid à quatorze heures», porém,todos os que correm, entusiastas,fazem-no,sem terem em conta a saúde.Pobre Homem!!!Como se engana!Nada como a reflexão sobre a condição humana,baseada na relatividade…e logo, logo recuperamos a temperança, a bonomia e harmonia do existir!Cultivem-se os valores,os bons costumes, os prazeres que daí advêm e terão uma sociedade mais justa,mais calma e ajuizada!”Il faut cultiver notre jardin” dizia Candide de Voltaire,em pleno século XVIII.
    (Continua)

    Faro 2005, ou Lisboa, ou… o provincianismo português

    É bom lembrar que Fernando Pessoa viveu como empregado de escritório, preenchendo as folhas de contabilidade. Em associação com o seu cunhado registou até uma patente, …de invenção de uma forma especial de registo de contas. Uma vida normal, um quotidiano vulgar como todos os outros trabalhadores portugueses.
    (Acordar e levantar a horas para ir trabalhar, … depois do trabalho ir até ao café, beber um copo quando a ocasião se presta e, nas horas vagas, dedicar-se ao que se gosta de fazer - neste caso, com todo o empenho…)

    Em toda a sua vida teve um primeiro prémio, entregue pela rainha de Inglaterra (quando jovem esteve na Africa do Sul, depois da morte do pai) como bom aluno em Inglês os seus textos na lingua, evidenciaram-se e mereceram um primeiro prémio literário.
    Depois de voltar a Lisboa frequentou a Faculdade de Letras, de onde acabou por desistir. Os seus textos, já alguns dos seus poemas, passaram despercebidos… (a universidade portuguesa…).
    Quase no fim do seu percurso por este mundo, recebeu um prémio de consolação pela ‘Mensagem’ (dado o seu conteúdo sitacionista), mas quem ficou com o primeiro prémio, na ocasião, pelo mesmo motivo, foi um tal … (Quaresma ?) alguem sabe o nome?

    Tudo isto tendo em vista a Cultura? O que é? Quem a produz?
    Quem a observa e a promove…

    Vale a pena, também transcrever um texto de Fernando Pessoa, de 1928.

    O provincianismo português
    Se, por um daqueles artificios cómodos, pelos quais simplificamos a realidade com o fito de a compreender, quisermos resumir num sindroma o mal superior português, diremos que esse mal consiste no provincianismo. O facto é triste, mas não nos é peculiar. De igual doença enfermam muitos outros paises, que se consideram civilizantes com orgulho e erro.
    O provincianismo consiste em pertencer a uma civilização sem tomar parte no desenvolvimento superior dela - em segui-la pois mimeticamente, com uma subordinação inconsciente e feliz.
    O sindroma provinciano compreende, pelo menos, três sintomas flagrantes: o entusiasmo e admiração pelos grandes meios e pelas grandes cidades; o entusiasmo e admiração pelo progresso e pela modernidade; e, na esfera mental superior, a incapacidade de ironia.
    Se há caracteristico que imediatamente distinga o provinciano, é a admiração pelos grandes meios. Um parisiense não admira Paris; gosta de Paris. Como há-de admirar aquilo que é parte dele? (…)
    O amor ao progresso e ao moderno é a outra forma do mesmo caracteristico provinciano. Os civilizados criam o progresso, criam a moda, criam a modernidade; por isso lhes não atribuem importância de maior. Ninguem atribui importância ao que produz. (…) O provinciano, porém, pasma do que não fez, precisamente porque o não fez; e orgulha-se de sentir esse pasmo. Se assim não sentisse não seria provinciano.

    É na incapacidade de ironia que reside o traço mais fundo do provincianismo mental. Por ironia entenda-se, não o dizer piadas, como se crê nos cafés e nas redacções, mas o dizer uma coisa para dizer o contrário. A essência da ironia consiste em não se poder descobrir o segundo sentido do texto por nenhuma palavra dele, deduzindo-se porém esse segundo sentido do facto de ser impossivel dever o texto dizer aquilo que diz. (…)

    O provincianismo vive da inconsciência; de nos supormos civilizados quando o não somos, de nos supormos civilizados precisamente pelas qualidades por que não o somos. (…)

    Hoje, Fernando Pessoa é universalmente estudado (até nas universidades portuguesas) e o Presidente da República oferece com pompa e circunstância a ‘Mensagem’ (traduzida para chinés) ao Presidente da República Popular da China.

    Como escrever um artigo

    Há dois niveis de participação:

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    No modo reservado a autores, mesmo junto do cabeçalho tem algumas opções em forma de menu. Pode percorre-las para se inteirar de tudo o resto.
    Mas para escrever um artigo, …basta escolher Escrever e, depois Escrever Artigo.

    Um artigo será composto por um Título, um Sumário e pelo corpo do Texto do Artigo. Tem, além disso, de assinalar que o artigo se vai manter como rascunho, privado, ou se será publicado. Opte por um destes três modos.
    É evidente que se o estatuto do Artigo não fôr o de publicado, ele não vai aparecer a mais ninguem senão a si.

    3ª Fase: Escrevendo e Editando
    Não necessita de saber nada sobre as linguagens utilizadas em informática (HTML, …etc.).
    Pode escrever como se estivesse no seu processador de texto.
    Aliás pode mesmo passar o texto do seu processador para a caixa de entrada do texto dos artigos, utilizando as funções usuais de copiar (copy) e colar (paste).
    Depois de escrever (ou de transportar) o texto, escreva o Título na Caixa do Título e um Sumário na Caixa do Sumário (um curto resumo do que trata o texto).
    Se pretender, pode utilizar uma das funções avançadas do Sistema, indicando as palavras-chave para pesquisa e os respectivos conteúdos, na opção Campos Personalizados.
    Indique também nas opções que o estatuto do artigo será o de publicado e clique sobre o botão Gravar.
    E o artigo estará publicado!

    Pode, por fim, visualiza-lo na opção do topo de página (ver Blog). Se há correcções a fazer Edite o Artigo clicando Editar. Voltará à página de trabalho onde escreveu o artigo. Percorra-o de modo a alcançar os seus objectivos e volte a Gravar.
    E volte a visualizar (ler) o seu Artigo…

    Sempre que encontre qualquer problema, pode utilizar os Comentários a este Artigo para o colocar. Aqui é o local mais indicado. Pois também a resposta será aqui dada, permitindo um melhor esclarecimento e a ajuda a outros possiveis utilizadores ou autores.

    Registe-se, e escreva neste sítio…

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    A resposta será dada em artigo da categoria apropriada FAQ, ou outra.
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